domingo, 11 de março de 2012

Há um certo silencio desesperador as 3h da manhã,
O silencia que desatina as dores
que doem antes de dormir,
os estalidos de lugar nem um.

Há um desespero no ar,
Como quem espera uma má noticia que nunca chega
 e
 O som de um grito que nunca saiu.

Os corpos que cambaleiam mas nunca caem
Sofrem as esperanças do mundo
Pois os mesmos
Não as tem.
baratas...

desbaratados
Correm para as sarjetas esperando que o dia raie
Mas são 3h da manhã
E para baratas como nós
Nunca irá raiar.

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