Não há maior perversão que um homem com poder
Não precisamos ir longe.
Enquanto cagamos,
matamos formigas
Por nosso bel prazer.
O nome do Blog, crimes suaves, é por causa de um poema do Carlos Drummond de Andrade que se chama a flor e a náusea.
domingo, 11 de março de 2012
Há algo mais perturbador nesta madrugada
Se não minha mente?
Há algo mais pra se saborear além
Desta loucura?
Tento escrever em vão
a momentanea surdez do milesegundo,
me manter no presente
por mais que me esforçe
ele não existe.
Tudo o que penso
pertence ao passado
o que imagino ao futuro,
apatrida da realidade
sigo nesse desfluxo.
Se não minha mente?
Há algo mais pra se saborear além
Desta loucura?
Tento escrever em vão
a momentanea surdez do milesegundo,
me manter no presente
por mais que me esforçe
ele não existe.
Tudo o que penso
pertence ao passado
o que imagino ao futuro,
apatrida da realidade
sigo nesse desfluxo.
Há um certo silencio desesperador as 3h da manhã,
O silencia que desatina as dores
que doem antes de dormir,
os estalidos de lugar nem um.
Há um desespero no ar,
Como quem espera uma má noticia que nunca chega
e
O som de um grito que nunca saiu.
Os corpos que cambaleiam mas nunca caem
Sofrem as esperanças do mundo
Pois os mesmos
Não as tem.
baratas...
desbaratados
Correm para as sarjetas esperando que o dia raie
Mas são 3h da manhã
E para baratas como nós
Nunca irá raiar.
O silencia que desatina as dores
que doem antes de dormir,
os estalidos de lugar nem um.
Há um desespero no ar,
Como quem espera uma má noticia que nunca chega
e
O som de um grito que nunca saiu.
Os corpos que cambaleiam mas nunca caem
Sofrem as esperanças do mundo
Pois os mesmos
Não as tem.
baratas...
desbaratados
Correm para as sarjetas esperando que o dia raie
Mas são 3h da manhã
E para baratas como nós
Nunca irá raiar.
E há vidas dentro desta vida?
Há mundos dentro deste mundo?
O unico que vejo
É o que me desola
E aflige,
A realidade morta dessas caras
Quase esfinges
Sempre aflitas.
Há pelo o que se chorar no mundo?
Além de nós mesmos?
Que não fazemos nada,
Que não mudamos nada.
Se há no mundo algo que devemos mudar
Somo nós.
O que nos faz chorar,
O que nos faz amar
Ou o que faz de nós
O que somos,
Nossos medos.
Há mundos dentro deste mundo?
O unico que vejo
É o que me desola
E aflige,
A realidade morta dessas caras
Quase esfinges
Sempre aflitas.
Há pelo o que se chorar no mundo?
Além de nós mesmos?
Que não fazemos nada,
Que não mudamos nada.
Se há no mundo algo que devemos mudar
Somo nós.
O que nos faz chorar,
O que nos faz amar
Ou o que faz de nós
O que somos,
Nossos medos.
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